Drogas

Serviços prisionais investigam entrada de substância ilícita na prisão

Serviços prisionais investigam entrada de substância ilícita na prisão

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais informou que a hospitalização de oito reclusos da prisão de Castelo Branco será averiguada para apuramento do tipo e modo de entrada da substância ilícita que os afetou.

"A ocorrência será objeto de averiguação por parte desta direção-geral e será comunicada ao Ministério Público, para apuramento do tipo e modo de entrada no estabelecimento, da substância ilícita que afetou o estado de saúde dos reclusos que a consumiram", refere a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) em comunicado enviado à agência Lusa.

Segundo o documento, ao princípio da tarde o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) foi chamado ao Estabelecimento Prisional de Castelo Branco e transportou oito reclusos, "que apresentavam sinais de doença súbita, resultante do consumo de uma substância ilícita, presumivelmente 'ketamina'".

"Os reclusos que sofreram a intoxicação foram objeto de acompanhamento clínico desde os primeiros sinais de mal-estar e estão a ser assistidos e seguidos nos competentes serviços do hospital Amato Lusitano de Castelo Branco", adianta a DGRSP.

O diretor clínico do Hospital Amato Lusitano (HAL), em Castelo Branco, onde os reclusos deram entrada, disse à imprensa que "todos correm perigo de vida". "Dos oito [reclusos] há cinco mais instáveis, mas todos eles estão em estado crítico".

Os oito reclusos são todos do sexo masculino e têm idades entre os 24 e 53 anos e estão todos a ser acompanhados pelos cuidados intensivos.

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