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Isolamento profilático adia instrução da derrocada da estrada de Borba

Isolamento profilático adia instrução da derrocada da estrada de Borba

A segunda sessão da instrução do processo da derrocada da Estrada Municipal (EM) 255, que liga Borba a Vila Viçosa, a decorrer no Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA), em Évora, não se realizou esta sexta-feira porque uma arguida em isolamento profilático.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, a arguida em isolamento preventivo deveria ter sido interrogada esta sexta-feira, pelo que o tribunal teve de adiar a diligência. A instrução do processo deverá retomar na próxima semana.

A abertura de instrução foi pedida pelo presidente e vice-presidente da Câmara Municipal de Borba, António Anselmo e Joaquim Espanhol, respetivamente, bem como pelo antigo diretor regional de Economia do Alentejo João Filipe de Jesus, a funcionária da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) Maria João Figueira, e Paulo Alves, responsável técnico da empresa que possui a licença de exploração da pedreira.

Os outros arguidos são a sociedade Ala de Almeida Limitada, que possui a licença de exploração da pedreira, e outros dois funcionários da DGEG, José Pereira e Bernardino Piteira.

O Ministério Público deduziu acusação contra oito arguidos, de entre os quais uma pessoa coletiva. O juiz de instrução decidira no final desta fase se e em que termos os arguidos irão a julgamento

No dia 19 de novembro de 2018, um troço de cerca de 100 metros da EM 255, entre Borba e Vila Viçosa, colapsou, devido ao deslizamento de um grande volume de rochas, blocos de mármore e terra para o interior de duas pedreiras.

O acidente causou a morte de dois operários de uma empresa de extração de mármore na pedreira que estava ativa e de outros três homens, ocupantes de duas viaturas automóveis que seguiam no troço da estrada e que caíram para o plano de água da pedreira sem atividade.

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