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João Rendeiro perde mais uma batalha para não ir preso

João Rendeiro perde mais uma batalha para não ir preso

Ex-líder do BPP contestara acórdão do Supremo que confirmou pena de cinco anos e oito meses de cadeia por omitir real situação do banco.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou que exista qualquer nulidade no acórdão que proferiu em janeiro e que confirmou a condenação de João Rendeiro, antigo presidente do Banco Privado Português (BPP), a cinco anos e oito meses de cadeia, por ter omitido, entre 2002 e 2008, a real situação financeira da instituição que liderou. Com esta decisão, Rendeiro pode apenas recorrer ao Tribunal Constitucional (TC) para tentar evitar ir preso. Nenhum banqueiro cumpriu, até hoje, pena de prisão pelas falências bancárias ocorridas há mais de dez anos.

Rendeiro, de 68 anos, contestara o facto de, em janeiro, o STJ não se ter pronunciado quer sobre a correção jurídica dos crimes de que Rendeiro é considerado culpado quer sobre as penas individuais referentes a cada um daqueles ilícitos. Mas a alegação não foi aceite pelos juízes conselheiros.

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