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Jorge Jesus e Augusto Inácio abdicam de queixa contra Rui Pinto

Jorge Jesus e Augusto Inácio abdicam de queixa contra Rui Pinto

Na instrução do processo, "hacker" tenta livrar-se de dezenas de crimes de violação de correspondência por falta de procedimento criminal dos visados.

Jorge Jesus, Augusto Inácio, Alexandre Godinho, ex-vice-presidente do Sporting, Nuno Morais Sarmento, antigo ministro da Presidência, ou ainda o advogado José Miguel Júdice, entre outras 41 personalidades alegadamente espiadas por Rui Pinto, não quiseram participar criminalmente do pirata informático, acusado de 147 crimes. A falta de queixa levou o advogado do jovem, em prisão preventiva desde março, a requerer a nulidade dos crimes de violação de correspondência na instrução do processo, que começa esta quarta-feira no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa (TIC).

Francisco Teixeira da Mota, advogado de Rui Pinto, alega no requerimento de abertura de instrução (RAI) que o Ministério Público (MP) não tinha legitimidade para acusar o criador do "Football Leaks" de, pelo menos, 46 dos 63 crimes de violação de correspondência de que está acusado. Isto porque os titulares de 46 caixas de correio eletrónico alegadamente violadas por Rui Pinto nunca apresentaram queixa e, por o crime ser semipúblico, o procedimento criminal depender de queixa.

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