Braga

PJ dá como garantida a morte de empresário raptado

PJ dá como garantida a morte de empresário raptado

A Polícia Judiciária admitiu, esta terça-feira, a morte do empresário João Paulo Fernandes, que foi sequestrado no dia 11 de março, em Braga, e terá sido morto na mesma altura. Há sete detidos.

Foram detidas sete pessoas, incluindo advogados e um empresário, acusadas de de crimes de sequestro qualificado e homicídio, que terão tido lugar entre Braga e Porto.

A operação, denominada "Fireball", decorreu nas zonas norte e centro do país e consistiu na realização de diversas buscas domiciliárias, em escritório de advogados e estabelecimentos e no cumprimento de sete mandados de detenção.

O JN sabe que entre os detidos estão o advogado Pedro Grancho Bourbon e dois irmãos, incluindo Manuel Grancho Bourbon, que é igualmente advogado. Nas buscas, que decorreram no Porto e em Braga, estiveram presentes juízes e membros da Ordem dos Advogados.

A PJ apreendeu várias armas de fogo, gorros, algemas, elevadas quantias de dinheiro, viaturas, entre outros objetos e documentos. Em comunicado, a Judiciária refere que os detidos têm entre 27 e 41 anos e um deles possui cadastro por homicídio na forma tentada e tráfico de droga.

Os detidos foram conduzidos para as instalações da Polícia Judiciária do Porto.

O empresário foi raptado no dia 11 de março, quando regressava a casa, na Avenida do Dr. António Palha, acompanhada da filha, de oito anos.

Os raptores, que estavam encapuzados, abordaram João Paulo Fernandes junto à garagem do prédio e agrediram-no com uma coronhada, forçando-o a entrar numa viatura. Puseram-se em fuga e nunca mais se soube do paradeiro do empresário

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