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Juíza foi reformada compulsivamente por não dar andamento a centenas de processos

Juíza foi reformada compulsivamente por não dar andamento a centenas de processos

Magistrada também se apoderou de processos e ignorou ordens. Recorreu para o Tribunal Europeu, mas perdeu.

Uma juíza não proferiu sentença em 210 casos que tinha sob a sua responsabilidade, atrasou o desenrolar de dezenas de ações judiciais, algumas delas urgentes, e levou consigo, sem qualquer autorização, 19 processos completos quando foi transferida do Tribunal de Alcobaça para o de Leiria. Cristina Albuquerque Fernandes recusou-se, ainda, a cumprir as ordens do Conselho Superior da Magistratura (CSM) para devolver os volumes daqueles processos e, quando tinha 48 anos, foi aposentada compulsivamente.

O caso remonta a 2010, mas só agora chegou ao fim, com uma decisão do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) que desmonta a tese de defesa da, agora, antiga magistrada.

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