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Juíza manda julgar 18 arguidos por seis moradias ilegais no Gerês

Juíza manda julgar 18 arguidos por seis moradias ilegais no Gerês

Despacho confirma crimes na Caniçada, no lado de Vieira do Minho. Aguarda-se decisão sobre 13 suspeitos e nova investigação no Gerês.

Os 18 arguidos acusados de conluio para edificar ilegalmente seis moradias na zona protegida da albufeira da Caniçada, do lado de Vieira do Minho, no Gerês, vão ser todos submetidos a julgamento, decidiu a juíza de instrução criminal de Braga, na semana passada, criticando o "jogo do empurra" dos arguidos para alijarem responsabilidades. Outros 13 arguidos aguardam ainda a decisão instrutória sobre as construções ilegais detetadas na margem da mesma albufeira pertencente a Terras de Bouro. Concelho onde está ainda em curso outra investigação da Polícia Judiciária, visando, pelo menos, uma construção suspeita.

"Estas pessoas e empresas de construção civil "empurram" uns para os outros a autoria da obtenção dos documentos e das fotografias (...), sem que alguém assuma que instruiu por mão própria os requerimentos para os seus licenciamentos, onde se verificaram todo o tipo de atropelos documentais e legais", sustentou a juíza de instrução Ana Paula Barreiro ao pronunciar os arguidos pelas seis construções ilegais do lado de Vieira do Minho.

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