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Julgamento de Rui Pinto forçado a ter mais público

Julgamento de Rui Pinto forçado a ter mais público

Juíza optara por sala com lotação para dez pessoas a assistir. Coordenação do tribunal quer acautelar mais. Jornalistas estrangeiros estarão em peso.

A juíza coordenadora, em substituição, do Juízo Central Criminal de Lisboa, Ana Paula Conceição, assegurou ontem ao JN que, até ao final deste mês, será escolhida uma sala de audiências que permita "acautelar" o interesse de um grande número de cidadãos, nomeadamente jornalistas, em assistir, a partir de 4 de setembro, ao julgamento de Rui Pinto.

A garantia surge depois de, na sexta-feira, a magistrada que lidera o coletivo de juízes que irá julgar o pirata informático, Margarida Alves, ter determinado que as diligências iriam decorrer numa sala com apenas dez lugares destinados ao público: quatro reservados a familiares dos arguidos e seis a jornalistas. Mas a decisão não será, afinal, definitiva.

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