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Justiça de mãos atadas para travar violência contra vítimas que não querem proteção

Justiça de mãos atadas para travar violência contra vítimas que não querem proteção

Mulheres pedem ao tribunal para reverter medidas de coação aos agressores e recusam usar dispositivos que acionam pulseira eletrónica. Sandra morreu, em Penafiel, dois meses após perdoar companheiro violento.

Quando as vítimas de violência doméstica recusam as medidas de proteção decretadas pelos tribunais, pouco ou nada pode ser feito pelo sistema judicial para evitar novas agressões. Foi o que aconteceu no caso de Sandra Rocha, assassinada alegadamente pelo companheiro, que esta semana foi detido pela terceira vez e ficou em prisão preventiva.

Maria (nome fictício), de 42 anos, não sofreu consequências tão dramáticas, após ter pedido ao juiz que permitisse que o homem que a atingiu com três murros na cabeça regressasse a casa sem a pulseira eletrónica. Mas voltou a ser espancada por um homem, sete anos mais novo, que foi agora condenado a três anos e meio de prisão.

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