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Justiça iliba Cavaco Silva e Banco de Portugal no caso BES

Justiça iliba Cavaco Silva e Banco de Portugal no caso BES

Ex-presidente da República elogiou trabalho do BdP. Queixas contra supervisores também foram arquivadas.

O Ministério Público (MP) arquivou todos os eventuais crimes que poderiam ser imputados a titulares de cargos políticos no âmbito do principal inquérito à queda do Banco Espírito Santo (BES), no verão de 2014. Para os procuradores, não "se descortina" como é que as declarações então proferidas pelo presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e "membros de outros órgãos de soberania" poderiam ter arrastado "deliberadamente os investidores para uma solução criminosa".

No total, foram mais de 300 as queixas de lesados recebidas, com uma parte delas a invocar, lê-se na acusação agora conhecida, a "decisão administrativa que impôs a resolução do BES e a criação do Novo Banco" e o contexto que a precedeu, apontando o dedo a titulares de órgãos de soberania e responsáveis pela supervisão bancária e financeira. Os factos referentes a estes últimos foram igualmente arquivados no despacho de encerramento do inquérito.

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