Operação Éter

Mais de 120 autarcas vão ser arguidos no caso das lojas de turismo

Mais de 120 autarcas vão ser arguidos no caso das lojas de turismo

A investigação aos ajustes diretos na instalação de lojas interativas de turismo (LIT), que deram milhões de euros a ganhar a um grupo restrito de empresas, e que já levaram à constituição de cerca de 60 autarcas do Norte do país como arguidos, vai atingir muitos mais políticos e técnicos de câmaras municipais.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, este novo inquérito, que nasceu a partir da Operação Éter - na qual o antigo presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) foi colocado em prisão preventiva e agora acusado, com outros 20 arguidos - deverá chegar a mais de 120 arguidos. São todos os autarcas que, além daqueles que assinaram os ajustes diretos, participaram nos júris ou tiveram intervenção nas decisões.

Numa só câmara, poderão ser visados presidentes à data das instalações das LIT, além de vices e vereadores do turismo e de obras. Os técnicos que intervieram nos processos administrativos de contratação também serão visados.

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