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Marinha lamenta morte de polícia e diz estar disponível para colaborar

Marinha lamenta morte de polícia e diz estar disponível para colaborar

A Marinha Portuguesa lamenta a morte do agente da PSP Fábio Guerra, na sequência de confrontos que terão envolvido dos fuzileiros da Armada portuguesa.

Em comunicado, a Marinha "reitera que se encontra disponível para colaborar com as autoridades policiais, com vista ao apuramento de todos os factos", ocorridos na madrugada de sábado. Dois fuzileiros, suspeitos de participarem nas agressões, estão retidos em instalações militares.

"A Marinha apresenta à família, à Polícia de Segurança Pública e amigos do Agente, as mais sinceras e sentidas condolências, lê-se, ainda, no comunicado enviado às redações esta segunda-feira, dia em que foi declarado o óbito do agente Fábio Guerra, agredido quando estava, com mais três companheiros, a tentar apaziguar confrontos à porta da discoteca Mome, em Lisboa.

A Polícia Judiciária não ficou indiferente à morte de Fábio Guerra e manifestou "pesar pelo falecimento" do jovem agente da PSP.

Na rede social Twitter, a PJ enviou "as mais sentidas condolências à família, bem como aos camaradas e Direção Nacional da PSP", lê-se.

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Ministra realça coragem de polícia agredido mortalmente

A PSP informou, esta segunda-feira, que o agente, de 27 anos, morreu pelas 9.58 horas no Hospital de São José, em Lisboa, após dois dias em coma.

A ministra da Administração Interna manifestou consternação pela morte de Fábio Guerra, realçou a coragem do agente policial e reiterou que as autoridades tudo farão para "o rápido esclarecimento dos factos".

Em nota de pesar, Francisca Van Dunem diz ter recebido com "profunda tristeza e consternação" a notícia do seu falecimento. "Neste momento de grande dor, quero transmitir à família do agente Fábio Guerra, em meu nome e em representação do Ministério da Administração Interna e do Governo, o sentimento de solidariedade e de genuína condolência face à tragédia que se abateu sobre o seu ente querido", refere a nota.

Nas palavras da ministra, este é o momento de garantir a Fábio Guerra um "funeral digno da vontade de paz que evidenciou, da coragem que revelou e do exemplo que deu como cidadão e como agente da PSP".

A finalizar, Francisca Van Dunem reitera estar "segura de que as autoridades competentes tudo farão no sentido do rápido esclarecimento dos factos".

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