MP pede internamento

Masturba-se em frente a vizinhas e importuna menor em autocarro

Masturba-se em frente a vizinhas e importuna menor em autocarro

O Ministério Público de Lisboa acusou um arguido de diversos crimes de cariz sexual, incluindo contra menores, e pediu o seu internamento compulsivo por considerar que ele é inimputável por anomalia psíquica.

Segundo a acusação, a partir de 2017, em diversas ocasiões o arguido terá abordado duas vizinhas, mãe e filha menor, com expressões insultuosas, chegando mesmo a masturbar-se em frente a ambas e a agredir a mais velha. Terá ainda efetuado gestos de cariz sexual perante uma outra menor durante viagens de autocarro em Lisboa.

O arguido acabaria por ser internado compulsivamente, situação que se manteve pelo menos até julho, acrescenta um comunicado da Procuradoria da República de Lisboa.

Foi agora acusado da prática de quatro crimes de importunação sexual, um crime de abuso sexual de criança, dois crimes de perseguição e um crime de ofensa à integridade física simples.

"Em virtude de, no momento da prática dos factos, o arguido se encontrar incapaz de se determinar de acordo com a sua própria avaliação, o Ministério Público promoveu que este seja declarado inimputável por anomalia psíquica e pediu a aplicação da medida de segurança", lê-se no documento.

Foi ainda requerida a recolha de ADN ao arguido caso este venha a ser condenado por crime doloso com pena concreta de prisão igual ou superior a três anos.

A investigação foi dirigida pelo DIAP de Lisboa com a coadjuvação da PSP.

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