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Mata amigo e confessa 11 anos depois para dar paz à sua alma

Mata amigo e confessa 11 anos depois para dar paz à sua alma

Tiro de caçadeira fatal em pinhal de Famalicão. Arguido enterrou o corpo e atirou espingarda para um riacho. Regressou do estrangeiro e não aguentou os remorsos.

Matou um amigo a tiro de caçadeira, enterrou o corpo num pinhal, em Landim, Famalicão, e só confessou o crime mais de 11 anos depois, para que "a alma" da vítima pudesse ter "paz" e porque a consciência lhe pesava. Em sua defesa, alegou que se tratou de um disparo acidental, mas a Polícia Judiciária (PJ) e o Ministério Público (MP) acreditam que teve intenção de matar.

Manuel Costa, 57 anos, vai ser julgado pela autoria do homicídio de João Paulo Azevedo em "2006/2007" (não ficou clara a data exata). A vítima, de 34 anos, toxicodependente, costumava passar pela casa da mãe, mas a determinada altura deixou de aparecer. A família nunca mais soube dele. O mistério só foi desfeito em agosto de 2018, quando Manuel decidiu entregar-se às autoridades e contar o que tinha feito. Porque, disse, se não confessasse "a alma de Paulo nunca iria ter paz".

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