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Tribunal

Militar da GNR não viu marcas de agressões em jogadores do Sporting

Militar da GNR não viu marcas de agressões em jogadores do Sporting

Um dos militares da GNR que acorreu à Academia do Sporting no dia do ataque conta hoje em tribunal que viu os jogadores assustados, inquietos após as agressões pelos adeptos, mas não identificou qualquer marca de agressões nos atletas.

André Medina conduziu a primeira viatura que se deslocou à Academia do Sporting a 15 de maio de 2018 e teve que se desviar de um BMW X3 que tentava a fuga. Em tribunal, conta que após as detenções de suspeitos no exterior da Academia, com a perseguição a veículos que tentavam fugir do local, esteve dentro das instalações com os jogadores.

"Uns estavam inquietos, outros assustados e havia quem estivesse bastante calmo". André Medina referia-se a Mathieu e a Rui Patrício, com quem falou diretamente. Questionado pelo tribunal sobre se identificou marcas de agressões nos jogadores, o militar negou. "Não havia ninguém que estivesse visivelmente mal, queixavam-se de terem sido agredidos e queriam ir ao hospital, mas não podiam ir naquele momento".