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Ministério Público acusa ex-autarcas de Paredes de ajustes diretos ilegais

Ministério Público acusa ex-autarcas de Paredes de ajustes diretos ilegais

Celso Ferreira e Pedro Mendes respondem por crimes de prevaricação. Escolhiam empresas para fazer escolas.

O ex-presidente da Câmara de Paredes, Celso Ferreira, e o antigo vereador Pedro Mendes foram acusados de dois crimes de prevaricação. Ambos decidiram, alega o Ministério Público (MP), que o projeto para a construção de 15 centros escolares fosse dividido em diferentes empreitadas para evitar a realização de um concurso público. O projeto de arquitetura, no valor de 1,3 milhões de euros, foi atribuído ao arquiteto Nuno Lacerda Lopes e a fiscalização das obras, com um custo de 703 mil euros, a empresas detidas por Mário Pina Bernardo. Ambos por ajuste direto.

O mesmo MP que acusou também decidiu arquivar as queixas de corrupção e de fraude na obtenção de subsídio que incidiam sobre Celso Ferreira e Pedro Mendes. Igual fim teve a denúncia efetuada pelo atual edil de Paredes, Alexandre Almeida, relativamente a desvios aos cadernos de encargos e deficiências de construção em 13 escolas.

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