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Homicídio

Ministério Público acusa quatro pessoas pela morte do rapper Mota Jr

Ministério Público acusa quatro pessoas pela morte do rapper Mota Jr

Os três homens que assaltaram e mataram Mota Jr, bem como a mulher que atraiu o rapper à porta de casa em São Marcos, Cacém, a 15 de março, foram acusados pelo Ministério Público de Sintra e vão responder em tribunal por homicídio qualificado, roubo, furto, profanação de cadáver e posse de arma proibida. João Luizo, o mentor do assalto, Edi Barreiro e Fábio Martins vão manter-se em prisão preventiva. Catarina Sanches, a rapariga que a pedido de João Luizo atraiu o rapper ao assalto, está em prisão domiciliária.

O rapper foi convidado por uma amiga a sair de casa para se dirigir a um restaurante de "fast food". À chegada a casa, tinha à sua espera três homens, encapuzados e armados, para o raptar e roubar o ouro que tinha consigo e em casa. David Mota resistiu ao assalto, foi agredido até à morte e colocado na bagageira de uma viatura. O corpo foi encontrado quase dois meses depois na Serra da Arrábida em elevado estado de decomposição, que pode ser explicado pela presença de javalis na zona.

Na noite do crime, os suspeitos regressaram à casa do rapper e, aproveitaram a ida dos familiares à polícia para apresentar queixa por desaparecimento, para roubar mais ouro que o rapper tinha no quarto.

A Unidade Nacional de Combate ao Terrorismo da PJ tomou conta do caso por estar em causa um eventual sequestro e chegou à loja onde o ouro foi vendido, que rendeu dois mil euros aos assaltantes.

EdiBarreiros e João Luizo colocaram-se em fuga para o Reino Unido e foram detidos no final de maio no âmbito da cooperação internacional entre a PJ e a polícia britânica. Mais tarde, em julho, a PJ deteve o terceiro suspeito no envolvimento da morte, a rapariga com quem o rapper esteve e durante este mês de novembro o quarto suspeito, Fábio Martins.

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