Julgamento

Ministério Público chama mais de mil testemunhas contra burlões na Internet

Ministério Público chama mais de mil testemunhas contra burlões na Internet

A procuradora do Ministério Público (MP) dispensou, na segunda-feira, 30 testemunhas de acusação do processo relativo às suspeitas de associação criminosa, burla qualificada, branqueamento de capitais, falsificação de documentos, venda, circulação ou ocultação de produtos e artigos, e corrupção ativa e passiva.

O julgamento, que teve início na segunda-feira, no Tribunal de Leiria, tinha 1085 testemunhas e fica agora com 1055, que serão ouvidas nos próximos meses.

Segundo o MP, entre 2014 e 2018, os arguidos criaram páginas em redes sociais, onde anunciavam a venda de sapatilhas de marcas, a preço baixos, por supostamente serem de coleções antigas. O prejuízo às vítimas foi de 3,2 milhões e nos acusados incluem-se dois funcionários dos CTT.

As tarefas dos arguidos incluíam adquirir bens, armazenar produtos, tratar das encomendas, publicitar/difundir bens nas páginas da Internet, contactar os possíveis clientes, embalar produtos, criar apartados postais e levantar vales postais em locais circundantes das suas zonas de residência.

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