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Ministério Público culpa inércia do Estado e iliba Manuel Pizarro

Ministério Público culpa inércia do Estado e iliba Manuel Pizarro

Os titulares do caso de corrupção nos negócios do Estado com a Octapharma fizeram escutas telefónicas aos ex-secretários de Estado da Saúde Manuel Pizarro e Francisco Ramos, mas não recolheram provas que permitissem acusá-los de crime.

O Ministério Público (MP) concluiu que a Octapharma manteve o domínio do fornecimento de hemoderivados, durante mais de uma década, não por culpa daqueles governantes do PS, mas da "inércia" ou "ineficiência" do Estado.

Segundo o MP, que acusa sete arguidos de dezenas de crimes, Pizarro e Ramos são duas das pessoas que, "num momento inicial da investigação, foram suspeitas de atividade criminal". Porém, e apesar das referidas interceções telefónicas, nem chegaram a ser arguidos.