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Montepio suspeito de financiar reforço do próprio capital

Montepio suspeito de financiar reforço do próprio capital

Um mês e um dia depois de Tomás Correia ter deixado a presidência da Associação Mutualista Montepio, dona de 99,9% do Banco Montepio, o Ministério Público e a Polícia Judiciária realizaram, ontem, uma operação de 15 buscas para recolher provas sobre a suspeita de que o banco aumentou o seu próprio capital com financiamento que uma filial sua, o Finibanco Angola, concedeu a um filho do empresário José Guilherme e a outros dois indivíduos. A constituição do capital do BNI Europa é outro negócio sob investigação.

Em qualquer dos casos que justificaram as buscas, é visada a atuação de Tomás Correia. "Não faço ideia do que se passa", declarou este ao "Dinheiro Vivo", mas, segundo assegurou fonte policial ao JN, a sua residência está entre as que foram alvo de buscas (diligência que exige a apresentação prévia, pelas autoridades, de um mandado onde estas elencam as suas suspeitas).

Sem arguidos

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