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Prisão preventiva para mulheres que furtaram dinheiro a turista no Porto

Prisão preventiva para mulheres que furtaram dinheiro a turista no Porto

Duas mulheres, de 19 e 26 anos, foram detidas pela PSP, no Porto, depois de terem furtado a carteira de um turista que seguia na Avenida de Gustavo Eiffel. As detidas também já estão referenciadas em Espanha por carteirismo e ficaram em prisão preventiva.

A operação dos agentes da Divisão de Investigação Criminal (DIC) visou "a desagregação de grupos de indivíduos que de forma organizada se dedicam à prática dos crimes de furto de carteiras" e foi assim que, na terça-feira, cerca das 16.30 horas, foram detidas as duas mulheres, sem atividade profissional e sem residência fixa em território nacional.

Tendo em conta o regresso de turistas à cidade, a DIC montou um dispositivo de vigilância que permitiu detetar quatro mulheres, na zona da Ribeira, cujas movimentações levantaram algumas suspeitas pois já haviam sido vistas noutras ocasiões.

Divididas em dois grupos, foram até uma esplanada, onde estiveram algum tempo, indo depois até ao Túnel da Ribeira e sentaram-se nos degraus, como se estivessem a escolher os alvos, o que se provou ser verdade.

Avistaram um casal, ele com uma mochila às costas, e seguiram-nos até à Ponte de Luís I, onde decidiram atacar. Enquanto uma fazia manobras de diversão, a outra tirou da mochila uma carteira, dela furtando 160 euros e voltando a colocá-la na mochila sem que a vítima se apercebesse.

Foi então que os agentes intervieram, para surpresa dos turistas, detendo as duas mulheres e recuperando o dinheiro, parte do qual já estava escondido no soutien de uma das carteiristas.

Na esquadra verificou-se que a mais velha é procurada pelas autoridades espanholas por furtos e roubos, sendo convicção das autoridades que ambas fazem parte de um gangue organizado a nível europeu, cujos elementos circulam sem documentos que permitam atestar a sua verdadeira identidade.

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Numa mochila a PSP encontrou diversas peças de roupa, que eram usadas pelas carteiristas para mudar rapidamente de visual, dificultando a sua interceção e mesmo identificação por parte das vítimas.

As duas mulheres, após serem ouvidas em primeiro interrogatório judicial, ficaram em prisão preventiva.

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