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NICAV não é o CSI da televisão mas também usa tecnologia de ponta

NICAV não é o CSI da televisão mas também usa tecnologia de ponta

Os casos não se resolvem ao ritmo de um episódio de uma série de televisão e com recurso a tecnologia de ponta que, em segundos, tudo revela. Mesmo assim, o NICAV dispõe de equipamentos que aceleram a investigação - que se prolonga, em média, por dois ou três meses - e a tornam mais científica.

Exemplo disso é um programa informático que, após a inserção de dados recolhidos no local, cria uma imagem dinâmica tridimensional do acidente. Uma espécie de filme a três dimensões que permite visualizar como tudo sucedeu.

Este software é utilizado pela Equipa de Criminalística da Divisão de Investigação Criminal, radicada em Lisboa e responsável pela elaboração dos relatórios técnicos referentes aos acidentes. Documentos que são estruturados com base em fórmulas de física que, tal como o programa informático, determinam a dinâmica do acidente.

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