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Padre de Viseu não quer ser bode expiatório da Igreja

Padre de Viseu não quer ser bode expiatório da Igreja

Defesa de sacerdote tenta colar processo a questões financeiras. Família da vítima nega.

O padre Luís Miguel Costa reclamou "inocência", na quarta-feira, no debate instrutório do caso em que foi acusado de um crime de coação sexual agravada, na forma tentada, e outro de aliciamento de um jovem de 14 anos para fins sexuais. O pároco, de 46 anos, defendeu-se dizendo que o Ministério Público deturpou a verdade.

Quanto às mensagens de cariz sexual enviadas - como "Quero chupar-te" -, o arguido tentou passar a ideia de que se tratou de uma brincadeira e de que as SMS não têm a interpretação negativa que lhe querem dar. Os argumentos são coincidentes aos apresentados durante a investigação.

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