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Pena suspensa por auxílio à imigração ilegal em Coimbra

Pena suspensa por auxílio à imigração ilegal em Coimbra

Duas empresárias ligadas à gerência de casas de alterne foram, esta sexta-feira, condenadas pelo Tribunal de Coimbra a quatro e dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, pelo crime de auxílio à imigração ilegal. As duas arguidas, mais um terceiro elemento, foram absolvidos do crime de lenocínio.

O Tribunal de Coimbra entendeu absolver os arguidos, que geriam casas de alterne em Coimbra e na Mealhada, uma vez não ter sido provada a exploração e coação sexual, mas sim um lenocínio simples. "As mulheres prostituíam-se porque queriam e não por proveitos económicos de terceiros", entendeu a juíza.

Segundo o tribunal, ficou apenas provada a prática de lenocínio na residencial Camélias, na Mealhada, enquanto no Impacto Club, em Coimbra, só se provaram o alterne e o "strip-tease".

Quanto ao auxílio à imigração ilegal, o acórdão do Tribunal indicou haver seis mulheres em situação ilegal no país.

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