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Polícia e Santa Casa abrem guerra aos furtos do Placard

Polícia e Santa Casa abrem guerra aos furtos do Placard

Há mais apostadores a fugir com talão sem pagar o registo do boletim. Prémios associados serão bloqueados. Mediadores aconselhados a receber dinheiro antes de dar comprovativo.

O aumento recente do número de casos de apostadores no Placard que fogem com o talão sem pagar o registo do boletim originou, em 24 horas, a adoção de medidas excecionais por parte da Santa Casa de Misericórdia de Lisboa (SCML) e um alerta aos mediadores por parte do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP. A dimensão do fenómeno está ainda por quantificar, mas, ao JN, a porta-voz do Cometlis revela que há situações em que as apostas chegam a centenas e até "três mil, quatro mil euros". "Está a tornar-se recorrente", frisa a subcomissária Ana Carvalho.

Ontem, o Departamento de Jogos da SCML anunciou, por isso, a adoção de uma "medida de exceção" para dissuadir a prática deste tipo de furtos. Ao JN, fonte oficial da instituição esclarece que, a partir de agora, "assim que [forem] identificados os talões furtados, todos os eventuais prémios associados aos mesmos serão bloqueados no sistema". A iniciativa não se aplica aos restantes jogos geridos pela SCML. "Esta é uma medida de exceção para dar resposta a um problema concreto no âmbito do jogo Placard", ressalva.

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