Exclusivo

Polícias abandonam negociações e prometem luta por subsídio de risco

Polícias abandonam negociações e prometem luta por subsídio de risco

Governo manteve ontem proposta abaixo de 70 euros mensais. Reunião desta quinta-feira já não contará com a presença de várias estruturas sindicais da GNR e da PSP.

É caso para se dizer que à terceira não foi de vez. Ministério da Administração Interna, sindicatos e associações socioprofissionais das forças de segurança continuam sem chegar a acordo sobre o valor a pagar pelo subsídio de risco, imposto pela Assembleia da República ao Governo. Hoje, há mais uma reunião, mas a maioria das estruturas representativas dos polícias acusa de intransigência o secretário de Estado da Administração Interna, Antero Luís, e não comparecerá naquela que será a última ronda negocial. Já há uma vigília marcada para setembro, junto à residência oficial do primeiro-ministro.

Apesar dos poucos avanços alcançados nas duas reuniões iniciais, os sindicatos da PSP e as associações socioprofissionais da GNR partiram para o encontro de ontem com alguma expectativa. Contudo, em menos de uma hora, toda a esperança se desvaneceu. O secretário de Estado da Administração Interna não aceitou alterar a proposta que prevê a criação do novo Suplemento por Serviço e Risco nas Forças de Segurança em substituição do atual Suplemento por Serviço nas Forças de Segurança. Nessa proposta, os polícias deixam de receber os 31 euros mensais do subsídio em vigor para passar a auferir, em forma de subsídio de risco, 100 euros por mês se realizarem ronda/patrulha, 90 euros se desempenharem funções de comando, ou 80 euros no caso dos restantes elementos das forças de segurança.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG