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Polícias guardam "gás do riso" sem destino há meses

Polícias guardam "gás do riso" sem destino há meses

Infarmed, ASAE e Agência Portuguesa do Ambiente ainda não se entenderam sobre quem tem competências para lidar com apreensões de óxido nitroso.

A PSP e GNR têm sido obrigadas a guardar nas esquadras as botijas de óxido nitroso, conhecido como "droga do riso", apreendidas em bares, festas de rua e até em casa de traficantes de drogas. Há três meses, o Infarmed recusou-se a receber estas botijas e a aplicar coimas pelo uso recreativo deste gás de uso hospitalar e remeteu a responsabilidade para a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e para a Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Volvidos três meses, ainda não se sabe quem ficará com jurisdição sobre os casos.

A indefinição tem causado problemas logísticos às autoridades. A PSP refere que "a nível local têm sido encontradas soluções de armazenamento temporário do material apreendido". A GNR não respondeu às questões, mas o JN apurou que também tem guardado as botijas nos postos.

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