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Polícias identificaram-se antes de serem agredidos, diz Sindicato

Polícias identificaram-se antes de serem agredidos, diz Sindicato

Sindicato Nacional de Carreira de Chefes da PSP assegura que agentes intervieram para repor ordem pública e exige mudanças legislativas para que violência contra profissionais das forças de segurança não seja normalizada

O Sindicato Nacional de Carreira de Chefes (SNCC) da PSP garante que os agentes agredidos à porta de uma discoteca de Lisboa identificaram-se como polícias antes de intervirem nos confrontos que decorriam no exterior do estabelecimento de diversão noturna. Assegura ainda que a ação dos quatro polícias pretendeu somente "cessar as agressões e repor a ordem pública". E exige, por esse motivo, alterações à lei para que a violência contra os elementos das forças de segurança seja duramente penalizada.

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Em comunicado, o SNCC refere que os quatro agentes "foram brutalmente agredidos". "Estavam no seu dia de folga (como qualquer outro cidadão) a socializar e divertirem-se. Mas não são como qualquer outro cidadão, são profissionais das forças de segurança e como tal o dever e o compromisso sobrepõem-se. Ao constatarem, na via pública, uma contenda que envolvia várias pessoas, fizeram o que se espera destes profissionais: intervieram para fazer cessar as agressões e repor a ordem pública", acrescenta.

Ainda segundo o sindicato, os polícias, "após darem conhecimento inequívoco da sua condição profissional, acabaram por ser o alvo das agressões" e um deles ficou "gravemente ferido" na sequência do ataque de que foi alvo.

Solidário com o colega e com a sua família, o SNCC está convencido que "os autores materiais destas bárbaras e gratuitas agressões serão devidamente identificados e levados à justiça". Contudo, além de uma eventual condenação, o sindicato exige alterações legislativas que levem à responsabilização de agressores de polícias. "Amanhã o momento será o de exigir mudanças. Não podemos continuar a normalizar a violência contra profissionais das forças de segurança", frisa o SNCC.

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