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Preso lucrou 132 mil euros com droga levada por guardas

Preso lucrou 132 mil euros com droga levada por guardas

Três membros da Guarda Prisional foram acusados de tráfico e corrupção. Depoimentos com imagem distorcida para proteger testemunhas.

Um recluso lucrou quase 132 mil euros, durante cinco anos, com a venda de drogas e telemóveis, introduzidos na cadeia de Paços de Ferreira por três guardas prisionais. O preso, Fábio Faria, e os elementos da Guarda Prisional, Manuel Borges, Rogério Machado e Delfim Dispenza, assim como outros 11 reclusos e seus familiares, foram, agora, acusados de tráfico de estupefacientes, corrupção e branqueamento de capitais. Num outro processo, foram acusados dos mesmos crimes mais 20 presos e José Manuel Coelho, chefe dos guardas prisionais.

Todos enfrentarão julgamentos nos quais os presos que colaboraram com a investigação testemunharão através de teleconferência com a imagem e voz distorcida. Uma forma de evitar que, tal como aconteceu na fase de inquérito, voltem a ser ameaçados. O mesmo acontecerá com os diretores, comissários e guardas da cadeia de Paços de Ferreira que passarem pelo banco das testemunhas.

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