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Presos estão há ano e meio sem poder abraçar familiares

Presos estão há ano e meio sem poder abraçar familiares

Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso critica restrição. Só falta vacinar 8% da população prisional.

A Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR) lamenta que, numa altura em que a confraternização no exterior é cada vez maior, os presos, na sua maioria vacinados, continuem, tal como no último ano e meio, impedidos de "receber os seus familiares e amigos com um abraço, um beijo ou uma carícia".

Desde quarta-feira que as visitas, por marcação, decorrem sem acrílicos em 21 estabelecimentos prisionais do país, mas há ainda 29, de maior dimensão, em que os encontros se mantêm intermediados pelo plástico. Os contactos físicos manter-se-ão, segundo a APAR, proibidos em todos.

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