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Processo da "cuspidela" entre Bruno de Carvalho e líder do Arouca acabou

Processo da "cuspidela" entre Bruno de Carvalho e líder do Arouca acabou

O processo que opunha o antigo presidente do Sporting Bruno de Carvalho a Carlos Pinho, líder do Arouca terminou esta segunda-feira. Foi declarado extinto civil e penalmente pelo juiz do Tribunal de Lisboa.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, o processo foi extinto sem qualquer acordo por desistência de queixa de Carlos Pinho.

Recorde-se que o presidente do Arouca tinha aceitado desistir da queixa-crime contra Bruno de Carvalho pelos incidentes ocorridos, em 2016, no túnel de Alvalade, em Lisboa, no final de um Sporting-Arouca.

O antigo líder leonino teria, em troca, de pedir desculpas públicas a Carlos Pinho. Caso não o fizesse teria de pagar seis mil euros ao presidente do Arouca - precisamente o mesmo valor que o dirigente abdicou de exigir judicialmente.

Na semana passada, o acordo entre as partes ainda tinha de ser homologado pelo tribunal.

Na sua página de Facebook, o antigo líder leonino publicou que a "decisão do Juiz foi conhecida hoje e Carlos Pinho perdeu o processo" e que "o acordo não foi homologado por não haver necessidade". Na mesma publicação acusou Carlos Pinho e o seu filho de mentir "quanto a uma suposta cuspidela que nunca existiu".

Bruno de Carvalho escreveu ainda que "o texto do acordo que tinha sido submetido a homologação era "Na sequência dos factos que ficaram conhecidos por "processo do túnel "e que envolveram a minha pessoa e o Presidente do Futebol Clube de Arouca, informo que as partes chegaram a acordo para a desistência dos processos existentes e que, com as nossas atitudes não tivemos qualquer intenção de ofender a honra e dignidade de ambos, bem como estamos arrependidos de ter praticado tais atos.",

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