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Quem são os "antivírus" portugueses que nos protegem de ataques

Quem são os "antivírus" portugueses que nos protegem de ataques

São três as estruturas do Estado que têm como missão prevenir e combater o Cibercrime em Portugal. Sempre que soam alarmes no ciberespaço, a Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica (UNC3T), o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e o Serviço de Informações de Segurança (SIS) trabalham em sintonia com partilha de informação, para proteger Portugal de ataques informáticos, mas também investigá-los e levar os piratas aos tribunais.

Foi em 2015, quando o país começava a observar uma explosão de crimes ligados aos ambientes digitais, que foi criada a UNC3T. É uma unidade operacional especializada que dá uma resposta estrutural, preventiva e repressiva ao fenómeno do cibercrime, mas também do ciberterrorismo. A PJ já dispunha de unidades especializadas em criminalidade informática, mas a criação da UNC3T revelou-se necessária para dotar a investigação de uma capacidade transversal de resposta, com capacidade de apoiar todas as outras áreas da PJ. Recolher, tratar e difundir dados relativos a ciber-intelligence para apoio às investigações, à cooperação policial internacional e à prevenção de atos de cibercrime, assim como desenvolver ações de contrainformação criminal fazem parte das missões daquela unidade.

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