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Raptos com perfume são boatos, alertam polícias

Raptos com perfume são boatos, alertam polícias

A PSP de Braga e a de Viana do Castelo, bem como a GNR neste distrito, não têm qualquer queixa sobre a existência de pessoas que andariam a a pulverizar perfumes próximo de senhoras para tentarem fazer algo mais do que a sua hipotética venda. E desmentem rumores de raptos que causam alarmismo.

Em comunicado, a PSP de Braga pediu esta quinta feira aos cidadãos que comuniquem o mais brevemente possível à Polícia e à GNR, caso tenham sido abordados, para que estas possam realizar as respetivas investigações.

Segundo fonte policial, as redes sociais estão a ser inundadas com alertas e denúncias de relatos sobre casos semelhantes, sem fundamento. Tratar-se-ia de homens que abordam mulheres junto a superfícies comerciais, tentando vender-lhes perfumes, pedindo-lhes para os cheirar, o que as deixaria inconscientes para as raptar. Os relatos vêm de zonas como Viana do Castelo, Ponte de Lima, Arcos de Valdevez, Guimarães, Esposende, Braga ou Vila Verde.

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As polícias pensam que poderá haver casos de pessoas que vendem perfumes caros ao "preço da chuva", mas que são falsificados. Abordam transeuntes na rua ou em zonas comerciais, muitas vezes acompanhados da mulher e de uma filha, para dar seriedade ao negócio. Mas não pulverizam os possíveis compradores, dando-lhes apenas um dos fracos a cheirar, sendo que este não corresponde ao que é entregue a quem decida adquirir a pechincha.

Em alguns casos, o vendedor, ao volante de um bom carro e bem vestido, conta a estória de que tem um parente na alfândega do aeroporto, que lhe arranjar os perfumes a baixo preço que ele vende para "dar de comer à menina".

Ao que o JN soube, foram vários os que em Braga e no Minho, caíram no conto do vigário dando 80 ou mais euros por dois perfumes e um relógio, que depois verificam ser de péssima qualidade.

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