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Reclusa transgénero apanhada em atos sexuais com presa

Reclusa transgénero apanhada em atos sexuais com presa

Condenada ainda não completou processo de transformação física e mantém pénis. Estava na cadeia feminina de Santa Cruz do Bispo.

Uma reclusa transgénero foi surpreendida, na quinta-feira, a praticar atos sexuais com outra reclusa, na casa de banho da cadeia feminina de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos. A presa ainda não completou o processo de transformação física e mantém o pénis como órgão sexual. As cadeias portuguesas acolhem, atualmente, três reclusos transgénero que, desde abril, mês em que começou a ser aplicado um Manual de Recomendações para Acompanhamento de Pessoas Transgénero Privadas de Liberdade, estão colocados em prisões de acordo com o género com o qual se identificam e não de acordo com o seu género biológico.

Segundo o JN apurou, a reclusa já não se identificava com o seu género biológico quando foi detida por roubos e furtos. Mesmo assim, foi posta na cadeia masculina de Aveiro, de onde foi transferida depois de se ter queixado de ser perseguida e maltratada pelos restantes presos. Na ocasião, alegou que, embora não tivesse completado o processo de transformação física e mantivesse o pénis como órgão sexual, sentia-se mulher e exigiu cumprir a pena num estabelecimento prisional feminino. Em março deste ano, a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) mudou-a para a prisão feminina de Santa Cruz do Bispo.

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