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Reclusos faziam-se passar por inspetores para burlar comerciantes

Reclusos faziam-se passar por inspetores para burlar comerciantes

Dupla, a cumprir pena de prisão em Vale de Judeus, usava "app" para criar referências multibanco que tornavam o esquema credível. Há 30 vítimas identificadas em todo o país. Suspeitos terão lucrado milhares de euros.

Dois reclusos a cumprir pena no Estabelecimento Prisional de Vale de Judeus, em Alcoentre (Azambuja), são suspeitos de, durante meses, terem burlado a partir da cadeia 30 comerciantes de norte a sul do país, a maioria no Algarve.

Os homens, de 34 e 42 anos e agora constituídos arguidos pela GNR, ter-se-ão feito passar, por telefone, por inspetores da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e da Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT) para exigir o pagamento de coimas inexistentes, lucrando mais de 27 mil euros.

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