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Rede de mão de obra escrava lucrou 7,5 milhões de euros

Rede de mão de obra escrava lucrou 7,5 milhões de euros

Dez pessoas e cinco empresas vão ser julgadas num processo que envolve uma rede de tráfico de pessoas para trabalho escravo na apanha da azeitona, no Alentejo, liderada por um cidadão romeno e que terá lucrado quase 7,5 milhões de euros com o esquema criminoso que lesou centenas de imigrantes.

O processo do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Ministério Público de Évora resultou de uma investigação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que culminou na operação "Masline" - azeitona em romeno - que teve lugar em 2018 nas zonas de Ferreira do Alentejo, Beja e Montes Velhos (Aljustrel).

Florin Adamescu, tido como o cabecilha da rede, está entre os acusados de 58 crimes de auxílio à imigração ilegal, 58 de tráfico de pessoas e um de associação criminosa. No dia da operação, foram identificados 224 cidadãos estrangeiros dos quais 203 moldavos, sem visto de trabalho ou autorização de residência

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