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Rede francesa abriu empresas na hora para lavar dinheiro

Rede francesa abriu empresas na hora para lavar dinheiro

Relatório de Segurança Interna aponta esquema usado em Portugal destinado a branquear lucros do cibercrime.

São cidadãos de origem africana, residentes em França, que abrem uma multitude de empresas em Portugal, destinadas apenas a serem a fachada de um gigantesco esquema de branqueamento. As firmas permitiram abrir contas bancárias por onde circularam milhões de euros provenientes da criminalidade informática internacional. O Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), que serve de barómetro sobre a criminalidade em Portugal, dá o caso como exemplo de um fenómeno que está disseminado e para durar.

Inicialmente, o crime organizado começou por usar cidadãos nacionais permeáveis e, regra geral, a passar por dificuldades económicas, para abrir as contas bancárias pelas quais iria transitar o dinheiro sujo, com destino a países estrangeiros.

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