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Rui Moreira admite ato "incauto" mas nega crime no caso Selminho

Rui Moreira admite ato "incauto" mas nega crime no caso Selminho

Defesa diz que acusação de prevaricação é "manifestamente infundada" e que autarca nunca interveio.

O requerimento de abertura de instrução pedida por Rui Moreira no caso Selminho considera que a acusação se baseia em "ilações" que "não têm qualquer sustentação probatória nos autos e parte de premissas erradas, contraditas por todos os elementos dos autos". E revela que os advogados camarários só souberam da ligação do autarca à empresa seis meses após o princípio de acordo.

Em dezembro, o presidente da Câmara do Porto foi acusado pelo Ministério Público (MP) do crime de prevaricação por, alegadamente, ter violado os deveres de legalidade e imparcialidade para beneficiar a Selminho, uma empresa imobiliária da família e da qual é sócio.

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