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Salvador Malheiro de "consciência tranquila" com investigação na câmara de Ovar

Salvador Malheiro de "consciência tranquila" com investigação na câmara de Ovar

O presidente da Câmara de Ovar, Salvador Malheiro, admitiu alguma "estranheza" com uma diligência do Ministério Público, a poucos meses das eleições autárquicas, no âmbito de um processo iniciado em 2018 e parado durante três anos.

Ao JN, Salvador Malheiro reitera que a presença dos elementos do Ministério Público está relacionada com a investigação relativa a denúncias que surgiram no âmbito de obras particulares e contratos-programa relacionados com recintos desportivos.

A investigação ocorreu "logo após a eleição de Rui Rio", em fevereiro de 2018. "Desde essa data não aconteceu mais nada nessa investigação e lamento que tenha demorado tanto tempo", disse Salvador Malheiro.

"Quero pensar que foi uma coincidência. Durante três anos nada aconteceu e ocorre agora a poucos meses das eleições" autárquicas deste ano.

Recandidato à presidência da autarquia, pelo PSD, apela para que as investigações sejam "concluídas o mais rápido possível" e esclarece que a passagem do Ministério Público pela autarquia "decorreu com normalidade", sublinhando que não houve apreensão de qualquer documento e ninguém foi constituído arguido.

"Estiveram no meu gabinete, no gabinete dos vereadores, divisão de obras particulares e no departamento jurídico. Tiraram fotocópias a alguns documentos", especificou Salvador Malheiro.

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