Bragança

Cinco suspeitos da morte de Giovani agiram com "especial censurabilidade"

Cinco suspeitos da morte de Giovani agiram com "especial censurabilidade"

Ficam a aguardar julgamento em prisão preventiva os cinco homens suspeitos de envolvimento na morte de Giovani Rodrigues, o aluno do Instituto Politécnico de Bragança, que morreu no dia 31 num hospital do Porto após um internamento de 10 dias, na sequência de agressões numa rixa.

Os cinco suspeitos, com idades entre os 22 e os 35 anos, todos de Bragança, foram interrogados hoje durante cerca de sete horas no tribunal desta cidade, de onde saíram com a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva.

O tribunal considerou que existem fortes indícios na prática, por cada um dos arguidos," em coautoria material e concurso real, de quatro crimes de homicídio qualificado, um dos quais consumado, dele senso vítima Luís Giovani Rodrigues, e os restantes na forma tentada", leu a funcionária judicial aos jornalistas após uma longa maratona de espera.

O tribunal esclareceu ainda que não foi apurado "qualquer indício no sentido de os factos praticados pelos arguidos terem sido determinados por ódio racial ou gerado pela cor, origem étnica ou nacional das vítimas. A especial censurabilidade, que nesta fase indiciária, justifica a qualificação dos crimes assenta na circunstância de os arguidos terem sido determinados nas suas opções por motivo fútil e, ainda por atuarem em grupo", refere o despacho de acusação.

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