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Tia e primo de Amélia Fialho sem direito a indemnização

Tia e primo de Amélia Fialho sem direito a indemnização

O pedido de indemnização de cem mil euros a Diana Fialho e Iuri Mata pela morte de Amélia Fialho foi recusado pelos juízes do tribunal que consideraram que os assistentes, tia e primo de Amélia, não tinham laços de proximidade com a vítima.

Nuno Salpico, juiz presidente do coletivo do Tribunal de Almada, referiu que "o constrangimento sentido pelos assistentes foi semelhante ao da restante sociedade".

À saída do tribunal, no final do julgamento, o advogado da família considerou que a decisão era esperada. José Paulo Pinho explicou que a família conseguiu o que ambicionava: a condenação do casal e a consequente impossibilidade de Diana ser legítima herdeira de Amélia Fialho.

Família quer tirar nome de família a Diana

O advogado avançou ainda que o processo não terminou. A família quer retirar o nome Fialho a Diana, filha adotiva da professora assassinada, e vai agora iniciar o processo legal.

A tia de Amélia Fialho, com 92 anos e a residir em Vendas Novas, será a legítima herdeira dos bens da professora brutalmente assassinada às mãos da filha e genro por motivos financeiros. Os dois apartamentos de Amélia Fialho no Montijo, incluindo o duplex onde se deu o homicídio, os carros e as contas bancárias da antiga professora passam para a mulher assim que o processo transite em julgado.

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