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Timorenses enganados: "Só queremos trabalho, para mandar dinheiro para a família"

Timorenses enganados: "Só queremos trabalho, para mandar dinheiro para a família"

Falta de emprego em Timor-Leste atira os seus cidadãos para Portugal. Alguns não escondem que foram enganados.

O grupo de cerca de 15 timorenses está desejoso de começar a aprender a cortar vegetação com uma roçadora a gasolina, mas, afinal, nem tudo está a postos. "Estão quase todos de chinelos? Não pode ser, é perigoso", explica o formador, antes de os alunos começarem a correr em direção à coletividade onde alguns têm pernoitado em Donas, Fundão, para trocar de calçado.

O espaço, transformado numa camarata, é já um complemento ao Centro de Migrações do Fundão, a funcionar no antigo seminário. Um imóvel que, há cerca de um mês, dezenas de cidadãos de Timor-Leste partilham com refugiados oriundos da Ucrânia e do Afeganistão e estudantes dos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) que já ali estavam alojados.

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