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Traficantes de pirotecnia forneciam claques

Traficantes de pirotecnia forneciam claques

Ministério Público de Braga acusou de tráfico, mediação e posse de armas proibidas uma dezena de arguidos.

Membros de claques de clubes de futebol, particulares e organizadores de festas e romarias eram os clientes de uma dezena de vendedores ilegais de artigos pirotécnicos acusados pelo Ministério Público de Braga de crimes de tráfico e mediação de armas e posse de arma proibida.

A maioria são lançadores de fogo, mas também há outros profissionais do setor aos quais estava vedada a produção e venda deste tipo de artigos que depois eram transacionados no mercado negro.

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