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Tribunal absolve padre que demorou 23 dias a denunciar abusos

Tribunal absolve padre que demorou 23 dias a denunciar abusos

Sacerdote que dirigia instituição, diretora e psicóloga demoraram 23 dias a comunicar caso à Justiça. Vítima internada em Casa de Acolhimento ligada à Igreja na Guarda já tinha sido abusada por tio.

O tribunal da Guarda absolveu um padre que estava acusado de proteger dois adultos, um de 18 anos e outro de 22, que haviam abusado sexualmente, repetidas vezes, de um menino de 12 anos, no interior da Casa de Acolhimento Outeiro S. Miguel, na Guarda, que o sacerdote dirigia e onde os três estavam institucionalizados. A acusação do Ministério Público (MP) imputava crimes de "favorecimento" pessoal ao padre Ângelo Martins, mas também à diretora técnica, Carla Saldanha, e à psicóloga, Sílvia Pereira, por "procurarem encobrir" os abusadores que foram condenados, respetivamente, a quatro anos e a dois anos e meio de prisão, com penas suspensas, por crimes de abuso sexual de criança.

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