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Tribunal obrigado a libertar líder de assalto ao Santander

Tribunal obrigado a libertar líder de assalto ao Santander

Associação criminosa não foi provada e prazo da prisão preventiva foi ultrapassado. Gangue também atacou vivendas e roubou 4,7 milhões.

O Tribunal de Braga condenou, esta sexta-feira, a 11 anos de cadeia o "cérebro" de um grupo que roubou 4,7 milhões de euros da agência do banco Santander, em Braga, e de vivendas no Minho, mas teve de ordenar a sua libertação logo a seguir, por ter sido ultrapassado o prazo de prisão preventiva. Mais dois elementos importantes do gangue, condenados a penas de oito anos e seis anos, tiveram o mesmo destino. O grupo contava com a ajuda de um agente da PSP, também condenado, mas a pena suspensa.

Dinheiro, joias e obras de arte e eram os alvos preferidos dos assaltantes que esvaziaram 52 cofres particulares do Santander, em junho de 2018, e atacaram dez vivendas e estabelecimentos nos distritos de Braga e Viana do Castelo. Usavam sofisticados meios tecnológicos, incluindo um equipamento eletrónico militar que inibia o sinal de telemóvel e de alarmes.

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