Lisboa

Vídeos na net denunciam dupla de carteiristas

Vídeos na net denunciam dupla de carteiristas

A PSP deteve duas mulheres carteiristas, com 31 e 34 anos, por suspeita de furto qualificado, em Lisboa.

Através de vídeos publicados na Internet, as autoridades aperceberam-se de que as mulheres, referenciadas já desde 2015, tinham regressado à "atividade" na zona da baixa Pombalina e foram no seu encalço. Conseguiram detê-las em flagrante delito. Após primeiro interrogatório, foram libertadas mediante apresentações dia sim, dia não às autoridades.

Recentemente, os investigadores da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da PSP aperceberam-se de um aumento de crimes de furtos em Lisboa. Ao tentar perceber as causas do fenómeno, os polícias "verificaram através de fontes abertas, vídeos de populares onde se visualizavam as suspeitas a deambular pelos locais mais frequentados pelos turistas", explica um comunidado da PSP.

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As mulheres, estrangeiras que já eram conhecidas das autoridades desde 2015, tinham regressado a Lisboa e voltado à atividade criminosa. O grupo onde as mulheres se inseriam atuava de modo concertado: Selecionava vítimas que passeavam descontraidamente por Lisboa e seguia-as para, num momento de distração, lhes furtar artigos astuciosamente.

Detidas após furtar carteiras de turista

A Equipa da DIC, especialmente criada para estes fenómenos itinerantes, reforçou a vigilância através da distribuição de vários investigadores, e, no dia 14 de julho conseguiu detetar as duas suspeitas e detê-las na Rua de Santiago após terem furtado uma carteira do interior da mochila de uma turista.

Após a detenção, os investigadores apuraram que, sobre umas delas pendia um mandado de detenção para cumprimento de pena de prisão ou pagamento de multa, referente a uma investigação que data de 2015. As detidas foram apresentadas ao Juiz de Instrução Criminal de Lisboa e ficaram sujeitas a apresentações na esquadra de residência dia sim, dia não.

A suspeita que tinha um mandado de detenção foi novamente detida para cumprimento de pena relativamente ao processo de 2015. Pagou a multa pecuniária, pelo que lhe foi restituída a liberdade.

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