Julgamento

"Zé do Benfica" chora ao explicar tráfico de droga

"Zé do Benfica" chora ao explicar tráfico de droga

Antigo diretor do clube da Luz justifica crime com dificuldades financeiras

A troco de cinco mil euros, pagos antecipadamente, alguém com acesso às bagagens e com capacidade para as retirar sem controlo alfandegário, fazia sair do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, malas carregadas com cocaína, proveniente da América do Sul. O esquema foi explicado ontem por José Carriço, 55 anos, ex-motorista do presidente do Benfica e diretor do departamento de apoio aos jogadores do clube da Luz, no início do julgamento, no Tribunal de Santarém, onde responde, juntamente com mais dois arguidos (o quarto já faleceu), pelo crime de tráfico de estupefacientes na forma agravada.

Num depoimento detalhado, e que chegou a levar o arguido às lágrimas quando se falou na sua filha menor e com problemas de saúde, Carriço, conhecido como "Zé do Benfica", confirmou o teor de grande parte da acusação e explicou que se meteu no negócio por estar a passar por dificuldades financeiras.

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