Tâmega e Sousa Empreendedor

Rede de Apoio à Atividade Económica com efeito positivo

Rede de Apoio à Atividade Económica com efeito positivo

Auxílio à criação de novos negócios.

O aparecimento da Rede de Apoio à Atividade Económica, promovida pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM-TS), "foi muito positivo para a região", defende o presidente da Câmara de Lousada. Pedro Machado acrescenta que esta medida colocou "à disposição dos empresários um conjunto de serviços que auxiliam a criação de novos negócios. É um projeto que tem um enorme potencial de crescimento e que deverá ser reforçado e mais divulgado, para melhor cumprir o seu objetivo".

Importante será, também, o Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego, sobretudo para os municípios mais frágeis do ponto de vista social e económico. "É um instrumento criado para estimular pequenos negócios em territórios de baixa densidade ou com elevado índice de desemprego [o que não é o caso de Lousada] e que prevê a aplicação de fundos da União Europeia para a criação de micro e pequenas empresas ou a expansão e modernização destas. É, por isso, um instrumento de importância fundamental", alega.
Devido a estes mecanismos de apoio empresarial, mas essencialmente "ao dinamismo dos empresários e ao brio dos trabalhadores", o Tâmega e Sousa é hoje, para Pedro Machado, uma "região cada vez mais empreendedora". "Os programas de apoio ao setor empresarial são instrumentos de grande importância e que surgiram para auxiliar as empresas, nomeadamente na projeção e internacionalização dos seus produtos, criando alternativas e caminhos mais sustentáveis para o crescimento empresarial. Desta forma, há um complemento e uma simbiose, que é necessário manter e promover ainda mais, entre as empresas e a CIM-TS", justifica.
E entre as empresas que maior projeção alcançaram estão as da indústria da confeção de vestuário, setor que, em Lousada, "tem apresentado excelentes resultados". "Trata-se de um setor económico fortemente enraizado no concelho, que soube adaptar-se às exigências dos tempos modernos e que apostou na inovação e na internacionalização. As exportações no concelho têm crescido imenso nos últimos anos e para isso houve um forte contributo da indústria da confeção de vestuário. A maior dificuldade dos empresários deste setor é conseguirem mão-de-obra qualificada, pelo que a Câmara intercedeu junto do Modatex para que se tivesse criado no concelho um Polo de Formação Têxtil", afirma o edil.

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