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Há 15 anos que centenas de telefones tocam no museu de Cacia

Há 15 anos que centenas de telefones tocam no museu de Cacia

Agostinho Pinto, que começou a trabalhar em telecomunicações em 1971, tem uma extensa coleção que mostra gratuitamente em Aveiro

O museu dos telefones que Agostinho Pinto, um antigo consultor de telecomunicações, criou em Cacia, Aveiro, faz hoje 15 anos, guarda muito mais do que a centena de aparelhos que compõem a sua coleção pessoal. São o mote para contar a história das telecomunicações e manter "viva a memória" de um património que o apaixona desde que, em 1971, foi para Lisboa fazer estágio nos CTT, empresa que na altura explorava os serviços telefónicos no país.

Nesse mesmo ano comprou o primeiro par de telefones Ericsson AC 650, ainda à manivela, por 150 escudos. À medida que os modelos iam sendo substituídos e os velhos eram descartados, Agostinho cimentava o desejo de os preservar. Pensava: "Um dia tenho de fazer qualquer coisa. É um crime meter tudo fora".

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