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Os polícias da água que detetam as fugas em Aveiro

Os polícias da água que detetam as fugas em Aveiro

Palmilham as ruas da cidade, equipados com tecnologia de ponta e com tablets com realidade aumentada. Marco Costa, João Duarte e Ulisses Rangel integram a Equipa de Gestão de Perdas e Afluências Indevidas da Águas da Região de Aveiro (AdRA), a empresa que gere 10 municípios do distrito.

São uma espécie de "polícias da água", com um objetivo claro: encontrar fugas invisíveis, subterrâneas, na rede de abastecimento. Para isso, é necessário escutarem o que acontece debaixo de terra. De dia e de noite. O certo é que a empresa, em sete anos, já conseguiu reduzir para metade o volume de água que se desperdiça em fugas.

"Contamos com os nossos clientes e com as pessoas que passam na rua para nos avisar das fugas visíveis. Para as que estão escondidas, temos que fazer este trabalho", conta Marco Costa, responsável pela equipa, enquanto prepara uma jornada noturna a calcorrear a Avenida Dr. Lourenço Peixinho, a principal rua de Aveiro. Um dos 500 sensores da rede que, todos os dias, enviam dados, indicou que naquela zona existe uma fuga, que não é visível.

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